e
um sortilégio de nostalgia
a
própria ternura fez - se porcelana
querias uma canção feita de amor
livre de ser cantada quando te atiram
pedras
a liberdade era fazer poemas não problemas
era pintar uma rua de vermelho
atenção lhe rouba quando ainda è o nada de repente explode em chamas e queima sugando - lhe ao centro do fogo cuja labareda queima o espíri...
Sem comentários:
Enviar um comentário