e caminhas sobre a poesia
na palma da mão a saliva
que a tua boca verteu
o poeta escreveu na palma
da mão a saliva que a tua
boca verteu o som do mar
no meu ouvido
atenção lhe rouba quando ainda è o nada de repente explode em chamas e queima sugando - lhe ao centro do fogo cuja labareda queima o espíri...
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