quinta-feira, 27 de maio de 2021

fosse esse mar

de signos cintilantes a obscura razão

                   da

 liturgia que nenhum limbo redime

                    a 

rota parabólica da agonia traçaria o

                  o 

teu corpo a ruptura ao nível da folhagem

               interdita

  que nenhuma tempestade eludiria 

                   já 

que fomos primavera no verão
 

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