não hà muros
silêncio morte
por cada espinho
de aço gravado
em nossa carne e primavera
hà um rio de sangue
por cada bofetada um sorriso
de criança
por cada punhalada por cada insulto
uma seara uma estrela uma cidade
atenção lhe rouba quando ainda è o nada de repente explode em chamas e queima sugando - lhe ao centro do fogo cuja labareda queima o espíri...
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